Synopsis

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PAG. 342
Capitulo 112
Capitulo 236
Capitulo 360
Capitulo 484
Capitulo 5108
Catalogo

La marquesa de Santos

Paulo Setúbal

L
T
La marquesa

La marquesa de Santos

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Paulo Setúbal - 1939 - Catalogo
Selo neutro
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Detalhes

Generos: Fantasia, Jovem Adulto
Paginas: 384
Publicacao: 2010
Idioma original: Ingles
ISBN: 978-0-123456-78-9
Providers: Open Library, Internet Archive

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Sobre o autor

Paulo Setúbal

Autor com 5 livros no Thoth.

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Categorias em comum: Clássicos, Literatura brasileira, Romance

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Synopsis

A lenda de Iracema, uma índia do povo dos Tabajara que se apaixona por Martim, um explorador português, contada numa história de amor sobre as origens do estado brasileiro do Ceará e do próprio Brasil. Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna Publicado pela primeira vez em 1865, “Iracema”, a obra de José de Alencar, apesar de curto, é um dos mais belos romances da literatura brasileira e um exemplo perfeito do que se entende como um Romance Poético ou um Poema em Prosa, na medida em que a descrição narrativa empregue usa a conjugação do ritmo musical das palavras com uma comparação bucólico entre as personagens e ações para dar um tipo de musicalidade ao texto, que se encontra mais na poesia do que na prosa. A história decorre no início do século XVII, um século depois da chegada dos portugueses a terras brasileiras mas que só então estavam a começar a sua expansão pelo território. Este lapso de tempo entre a chegada e a expansão territorial tem explicação: Portugal ainda não tinha visto as potencialidades que o novo mundo lhe poderia trazer e preferiu durante muito tempo priorizar a conquista de territórios no Oriente e reforçar aí as rotas marítimas. Nos primeiros anos, as únicas atividades em território brasileiro limitaram-se à extração do pau-brasil nas regiões costeiras do país, tendo para isso colaboração dos índios, em troca de alguns produtos e utensílios. Depois, com a morte prematura de D. Sebastião e a tomada do trono por Filipe II de Espanha (por legitimidade sucessória), a exploração do novo território entrou em estado de impasse, pois os três Filipes que também reinaram sobre Portugal preferiram concentrar meios e fundos a combater os Maias na América Central que, como estavam organizados num império, souberam dar-lhes luta aguerrida. No entanto, aconteceu que nações como a França e a Holanda quiseram também reivindicar o direito sobre terras do novo mundo, ao sul, sob o principio de “uti possidetis” (possessão por uso). Foi isto, claro, que fez com que se acelerasse a expansão territorial brasileira, com o envio de exploradores e guerreiros em expedições de reconhecimento pelo território de modo a assegurar a reivindicação lusa sobre as terras. Estes homens tinham como objectivo mapear as regiões, estabelecer contacto com os nativos, encontrar locais propícios ao estabelecimento de povoações coloniais e, sobretudo, impedir a tomada de terras pelos Franceses e Holandeses. Um desses exploradores coloniais foi Martim Soares, mandado pela Coroa desbravar a região nordeste. Entre 1603 e 1612 ele percorreu o território, tomou contacto com povos nativos, viveu entre eles e aprendeu a sua língua e costumes, fazendo alianças que viriam depois a tornar-se importantíssimas no combate entre Franceses e Holandeses. É neste período histórico que se situa esta lenda, contada por José de Alencar, sobre a relação da índia Iracema e de Martim. Mas apesar de Alencar se ter baseado em factos da vida de Martim Soares, tal como, por exemplo, a sua relação de amizade com o índio Poti, que existiu realmente, o mesmo não se pode dizer de Iracema. Tenha ele ou não conhecido “uma Iracema”, o certo é que nunca o deixou registado. Iracema, é uma personagem metafórica, a começar pelo próprio nome pois “Iracema” é um anagrama de “América”. Ela representa o estado virgem da região brasileira, sendo, inclusive, constantemente comparada a elementos da natureza. Já Martim representa o colonizador europeu, o arauto e, ao mesmo tempo, o germinador de um período de transformação para a região. A junção dos dois serve de alegoria à formação da nação brasileira, como nação e como povo. É uma grande obra, inserido no grupo de histórias, reais ou aficionadas sobre a relação entre duas personagem de terras e culturas diferentes em que decorrem os temas de choque civilizações e de amores impossíveis. Diferenças entre as duas versões (Original e em Pt-Pt) A versão original é uma cópia tirada da Biblioteca Digital do Ministério da Educação Brasileiro. Apenas se alterou alguns aspetos ortográficos desatualizados como “cousa” = coisa ou “noute” = noite. A maior parte das anotações originais do autor mantiveram-se em Apêndice, no final da obra, tal como se encontrava; apenas se incluiu algumas, em adenda no próprio texto, que se acharam pertinentes para a interpretação de determinadas partes da obra. A versão em pt-pt foi alterada ortograficamente nos aspetos que diferem em Portugal, como por exemplo: úmido = húmido. Foi ainda acrescentado artigos aos pronomes possessivos, em que se entendeu estar mais coerente com o discurso utilizado em Portugal como por exemplo: e seu irmão = e o seu irmão. Foram ainda feitas algumas pequenas alterações à forma do discurso mas tendo sempre o cuidado de não alterar nem o sentido original nem o próprio estilo próprio da obra. Ainda na versão em pt-tp as anotações originais do autor foram postas em adendas no texto e acrescentadas mais algumas. Para além disso foram acrescentados sinónimos, em parêntesis, sempre que uma palavra não tinha correspondência em Portugal, por exemplo: tamanduá (papa-formigas); sabiá (pássaro típico do Brasil, símbolo nacional brasileiro); carnaúba (uma árvore). https://www.luso-livros.net/Livro/iracema/

PAG. 342
Capitulo 112
Capitulo 236
Capitulo 360
Capitulo 484
Capitulo 5108
Capa de Iracema (Versão em pt-PT)
T
Iracema (Ver

Iracema (Versão em pt-PT)

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