Synopsis

Tuesdays with Morrie is a memoir by American author Mitch Albom about a series of visits Albom made to his former sociology professor Morrie Schwartz, as Schwartz gradually dies of ALS. The book topped the New York Times Non-Fiction Best-Sellers List for 23 combined weeks in 2000, and remained on the New York Times best-selling list for more than four years after. In 2006, Tuesdays with Morrie was the bestselling memoir of all time.

PAG. 342
Capitulo 112
Capitulo 236
Capitulo 360
Capitulo 484
Capitulo 5108
Capa de Tuesdays with Morrie
T
Tuesdays wit

Tuesdays with Morrie

Subtitulo opcional do livro

Mitch Albom - 1994 - Catalogo
Selo neutro
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Tuesdays with Morrie is a memoir by American author Mitch Albom about a series of visits Albom made to his former sociology professor Morrie Schwartz, as Schwartz gradually dies of ALS. The book topped the New York Times Non-Fiction Best-Sellers List for 23 combined weeks in 2000, and remained on the New York Times best-selling list for more than four years after. In 2006, Tuesdays with Morrie was the bestselling memoir of all time.

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Detalhes

Generos: Fantasia, Jovem Adulto
Paginas: 384
Publicacao: 2010
Idioma original: Ingles
ISBN: 978-0-123456-78-9
Providers: Open Library, Internet Archive

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Sobre o autor

Mitch Albom

Autor com 2 livros no Thoth.

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Categorias em comum: Biografia/Memórias, Filosofia, Não-ficção

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Synopsis

O livro é uma narrativa autobiográfica e testemunhal de Jacobo Grinberg-Zylberbaum, um neurocientista e psicofisiólogo mexicano, sobre suas experiências ao lado de Pachita, uma curandeira (xamã) mexicana lendária. Grinberg descreve sessões de cura espiritual realizadas por Pachita na Cidade do México, onde ela incorporava o espírito de Cuauhtémoc (o último imperador asteca) para realizar "operações" milagrosas sem anestesia, usando ferramentas rudimentares como um facão de mato. Essas intervenções incluíam remoção de tumores, transplantes de órgãos (materializados do "nada"), curas de paralisias e diagnósticos à distância. O texto começa com uma introdução científica, onde Grinberg propõe uma hipótese para explicar os fenômenos usando conceitos da mecânica quântica e neurociência. Em seguida, há uma apresentação pessoal do autor, relatando como Pachita mudou sua visão de mundo, e capítulos narrativos que descrevem sessões específicas, incluindo operações em pacientes como uma menina com dano cerebral, paraplégicos e casos de "feitiços" (males espirituais). O livro inclui também reflexões filosóficas ("Murmúrios do Silêncio") e encerra com uma nota sobre o legado de Pachita. O tom é uma mistura de admiração espiritual, rigor científico e narrativa vivencial, destacando a humildade e o amor de Pachita. O autor enfatiza que tudo relatado é verídico, sem ficção, e serve como testemunho de fenômenos paranormais. Xamanismo e Cura Espiritual: Pachita é retratada como uma xamã mexicana, influenciada por tradições indígenas (como astecas) e africanas (devido à sua criação por um homem negro chamado Charles). Suas práticas envolvem transe, incorporação de espíritos (especialmente Cuauhtémoc), uso de ervas, incenso e rituais para curar "doenças boas" (naturais) e "doenças más" (feitiços ou males energéticos causados por inveja ou entidades "escuras"). Exemplos: Operações sem anestesia, transplantes de cérebro ou pulmões, remoção de "danos" (como víboras vivas materializadas no corpo), e confrontos com entidades espirituais (ex.: Incas ou santeros). Fusão de Ciência e Espiritualidade: Grinberg propõe uma "hipótese de trabalho" para explicar os milagres de Pachita usando conceitos da mecânica quântica: a "lattice" (rede energética do espaço-tempo), o "campo neuronal" (alterações na lattice causadas pela atividade cerebral), e níveis de consciência discretos. Temas relacionados: Interação entre cérebro e espaço-tempo, materializações/desmaterializações como modificações da lattice, consciência de unidade (onde o ego desaparece e se acessa o "Todo"), hipercampo (interconexão de todos os campos neuronais), e o "Observador" (Ser independente, semelhante ao Atman ou Purusha nas tradições orientais). A Teoria Sintergética (criada por Grinberg) é central, unificando evolução, consciência e fenômenos paranormais. Consciência, Individualidade e Transcendência: Exploração da consciência como discreta e multinível (visuais, auditivos, místicos). Pachita acessa níveis elevados, permitindo predições, leitura de mentes e saídas do corpo. Debate sobre individualidade pós-morte: O autor evolui de uma visão de dissolução do ego para aceitação da persistência da identidade (influenciada por Pachita e sufismo). Reflexões filosóficas: Unidade com o Todo, sincronicidade, ausência de acaso, e o equilíbrio entre "luz" (bondade, harmonia) e "escuridão" (feitiços, entidades negativas). Experiências Pessoais e Transformação: Narrativas vivenciais de Grinberg: Sua evolução de cético científico para colaborador de Pachita, incluindo sensações de paz, energia e assombro durante as sessões. Temas sociais: Críticas ao materialismo ocidental (ex.: norte-americanos como "mais sujos"), ênfase no amor ao próximo, e o impacto de Pachita na humanidade (missões planetárias via hipercampo). Outros Temas Secundários: Sobrevivência da alma e reencarnação (Pachita como membro de tribo perdida de Israel; espíritos como Cuauhtémoc). Críticas à medicina convencional (operações sem infecções ou choque). Elementos místicos: Aportes (materializações), controle do clima (chuva invocada), e sinais cósmicos (alinhamentos em Orion). Revelações do Irmão Cuauhtémoc sobre o Seu Passado Asteca No livro Pachita de Jacobo Grinberg-Zylberbaum, o Irmão Cuauhtémoc (ortografado como Cuauhtemoctzin em algumas partes, referindo-se ao último imperador asteca) é apresentado como uma entidade espiritual que possui o corpo de Bárbara Guerrero (Pachita) durante as sessões de cura. As revelações sobre seu passado asteca são dispersas ao longo do texto, frequentemente surgindo em diálogos ou mensagens transmitidas durante transe. Elas enfatizam uma visão idealizada e espiritual da civilização asteca, contrastando com narrativas históricas convencionais, e incluem elementos místicos como profecias, epidemias sobrenaturais e resistências contra invasores. Aqui vai um resumo baseado nas menções principais, com citações diretas e referências de páginas (da edição analisada): Vida e Reinado em Tenochtitlán: Cuauhtémoc descreve sua existência terrena como um "paraíso" em Tenochtitlán (antiga Cidade do México), onde o solo era rico em diamantes, esmeraldas e rubis. Ele relata ter sido educado desde criança para o reinado, aprendendo códices e justiça com sacerdotes, e assumindo o trono aos 13 anos após a morte de seu tio Moctezuma, que o aconselhava. Aos 33 anos, enfrentou uma "grande dificuldade" (não detalhada explicitamente). Ele afirma que os astecas conheciam segredos da terra e do céu, como um líquido capaz de destruir montanhas (referência ao Pedregal de San Ángel). Citação: "Claro —me contestó—, todos son mis amigos... mi séquito me acompaña. Cuitláhuac está a mi lado y el resto de mis compañeros de reinado me ayudan" (p. 99), mencionando Cuitláhuac como parte de seu séquito. Outra: "Tenochtitlán era un paraíso... educado para reinado desde pequeño... ocupou trono aos 13 anos" (p. 46-47). Epidemias e Invenções: Durante uma epidemia aos 13 anos, uma voz interna o instruiu a criar uma vacina, que apresentou aos anciãos, atribuindo-a à sabedoria do Deus Sol. Isso levou a ser espionado e, após a morte do tio, a se tornar rei. Ele menciona epidemias enviadas por frailes da Atlântida antes da chegada dos espanhóis, e que vikings, guiados por um monge chamado Jonás, trouxeram a peste bubônica, influenciando a confiança de Cristóvão Colombo. Citação: "Aos 13 anos, durante epidemia, voz o instruiu a criar vacina... anciãos atribuíram sabedoria ao Deus Sol" (p. 116). Sacrifícios e Costumes: Cuauhtémoc nega que os astecas realizassem sacrifícios humanos por crueldade, afirmando que eram para "aprender/investigar" ou usavam símbolos para os deuses. Ele contrasta isso com as atrocidades dos espanhóis, como lançar bebês ao ar e empalá-los. Citação: "Nunca realizava sacrifícios por crueldade, mas para aprender/investigar... espanhóis cometeram atrocidades" (p. 121, explicado via Memo, filho de Pachita, em p. 71). Traição e Resistência contra Invasores: Uma das revelações mais emocionais é sobre a traição de sua noiva, que se apaixonou pelos "barbados" (espanhóis) e revelou túneis secretos, levando à sua captura. Ele associa isso diretamente à traição de Malinche (La Malinche, intérprete de Cortés), descrevendo-a como uma dor profunda que não o impediu de resistir. Ele rejeitou receber os espanhóis como deuses, mas foi forçado por uma profecia de Quetzalcóatl (considerado traidor por trazer os brancos, contrariando ordens de não miscigenação). Enfatiza sua resistência no cerco de Tenochtitlán, chamando-se "Cuauhtemoctzin" em respeito. Citação: "A mí mismo me lo hizo la Malinche, recuerda su traición y mi dolor. Pero a pesar de eso me levanté y con el alma rota pero con voluntad de Hierro hice frente al invasor y defendí a mí pueblo" (p. 151). Outra: "Tinha noiva que se apaixonou pelos 'barbados', traiu revelando túneis secretos" (p. 46-47, 121). Outros Elementos Místicos: Cuauhtémoc menciona que nunca casou ou teve filhos devido ao fim abrupto de seu reinado. Ele usa um assobio (chiflido) para chamar seu exército em casos de perigo, uma prática de sua vida asteca. Citação: "así llamaba Cuauhtemoctzin a su ejército, en casos de gran peligro" (p. 153). Os historiadores, segundo ele, erraram sua biografia, como afirmar que chegou jovem ao recinto de sacerdotes (foi após estudar códices e ayunar, p. 46). Essas revelações servem para humanizar Cuauhtémoc como um líder sábio e espiritual, corrigindo o que ele vê como distorções históricas, e integrando elementos xamânicos à narrativa asteca. Pachita, por sua vez, é ligada a isso, pois afirma ser sobrinha de Moctezuma e irmã de Cuauhtémoc (mencionado em fontes externas ao livro, como artigos sobre Grinberg). Revelação sobre Jacobo Grinberg ser André, o Discípulo Escriba de Jesus Essa revelação ocorre em contextos de transe e mensagens espirituais, sugerindo uma vida passada de Grinberg como reencarnação de André, o apóstol de Jesus (irmão de Pedro, conhecido por seu papel como escriba ou registrador). É uma das partes mais pessoais do livro, ligando a jornada espiritual de Grinberg a uma missão bíblica. Resumo com citações: Revelação Principal por Cuauhtémoc: Durante uma sessão no "Sétimo Dia do Sétimo Mês" (Capítulo V), Cuauhtémoc, via Pachita, revela diretamente a Grinberg que ele foi André, o primeiro apóstol e escriba de Jesus. Isso é ligado a uma missão atual de anunciar a Nova Era com sua "pluma de ouro" (escrita). Citação: "Tú fuiste Andrés, mi primer apóstol, mi escribano. Ve y di a todo el mundo que la nueva Era está por llegar, anuncia a los cuatro vientos la venida del Mesías y sabe que eres testigo y vivirás en la Nueva Jerusalén. Anúncialo con tu pluma de oro y no dudes más" (p. 32). Isso alinha com visões de Grinberg em Tepoztlán, ambientadas em Jerusalém no ano 30 d.C. Confirmação por uma Gitana em Transe: Em outra sessão, uma entidade gitana possui Pachita e confirma: Grinberg tem "marcas do apostolado", foi André e regressou para responder uma pergunta não resolvida de seu mestre (Jesus), sobre a criação da experiência. Previsão de fama e "luz" futura. Citação: "... - Israel, tiene las marcas del apostolado. Fuiste Andrés y tu maestro dejó una pregunta sin resolver. Tú regresaste para darle la contestación. Dentro de poco recibirás una sorpresa. Llegarás al pináculo de la fama. Te has encontrado y de aquí en adelante todo será “luz” para ti" (p. 48). Grinberg reage: "—Dios Santo —exclamé lleno de emoción—. La pregunta es la creación de la experiencia y sus fundamentos, ¡a eso vine!..." (p. 48). Detalhes Adicionais por Armando e Pachita: André era um escriba subordinado de Jesus, sofreu uma luta interna entre o divino e o humano (desejando afastar-se do humano). Teve uma filha chamada Esther (confirmada por Grinberg como ressonante). Ele era "tocado com o pincel mais fino" entre 100 servidores, mas descarriou e precisa de purificação. Citação: "Andrés era un escribano de Jesús" (p. 124); menções à luta e filha Esther (p. 124); purificação necessária (referência indireta em p. 116, ligada a p. 124). Essa revelação transforma a visão de Grinberg sobre si mesmo, conectando sua pesquisa científica e espiritual a uma linhagem bíblica, e enfatizando temas de reencarnação e missão profética. Não há menções em partes focadas em curas puras, como p. 91 ou 99. Esses elementos destacam o caráter místico e sincrético do livro, misturando xamanismo mexicano, história asteca e referências cristãs. Se quiseres mais detalhes ou análise de outros capítulos, posso aprofundar!

PAG. 342
Capitulo 112
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