Synopsis
““A Temática Indígena em Foco”, organizado pela professora e pesquisadora, Dra. Delma Sicsú, reúne textos relevantes sobre os povos originários do Brasil. A obra é composta por seis artigos cujo objetivo principal é dar voz aos escritores e escritoras indígenas, como Yaguarê Yamã, Márcia Kambeba e Lia Minapoty, além de evidenciar estudos etnográficos sobre o povo Sámi da Noruega e a revitalização da língua Sateré-Mawé no Baixo Amazonas. Alex Pereira nos traz um estudo sobre o livro Puratig – o remo sagrado, marco inicial da literatura infanto juvenil indígena, publicado em 2001. Nesta obra encontramos as mitologias sagradas do povo Sateré-Mawé adaptadas para o público infantojuvenil e uma tentativa de preservação das vozes ancestrais da floresta amazônica por meio dos anciãos da comunidade. Nesta mesma perspectiva da memória e da ancestralidade, as pesquisadoras Delma Sicsú e Suane Souza refletem sobre a função social e política da escrita de Yaguarê Yamã. As vozes dos escritores indígenas além de ser o ecoar das sabedorias da floresta, é também um lugar de denúncia e resistência diante dos desafios ambientais e etnocêntricos que sufocam os povos originários.”
A temática indígena em foco
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“A Temática Indígena em Foco”, organizado pela professora e pesquisadora, Dra. Delma Sicsú, reúne textos relevantes sobre os povos originários do Brasil. A obra é composta por seis artigos cujo objetivo principal é dar voz aos escritores e escritoras indígenas, como Yaguarê Yamã, Márcia Kambeba e Lia Minapoty, além de evidenciar estudos etnográficos sobre o povo Sámi da Noruega e a revitalização da língua Sateré-Mawé no Baixo Amazonas. Alex Pereira nos traz um estudo sobre o livro Puratig – o remo sagrado, marco inicial da literatura infanto juvenil indígena, publicado em 2001. Nesta obra encontramos as mitologias sagradas do povo Sateré-Mawé adaptadas para o público infantojuvenil e uma tentativa de preservação das vozes ancestrais da floresta amazônica por meio dos anciãos da comunidade. Nesta mesma perspectiva da memória e da ancestralidade, as pesquisadoras Delma Sicsú e Suane Souza refletem sobre a função social e política da escrita de Yaguarê Yamã. As vozes dos escritores indígenas além de ser o ecoar das sabedorias da floresta, é também um lugar de denúncia e resistência diante dos desafios ambientais e etnocêntricos que sufocam os povos originários.
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